quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Tempo (2)



"Porém, talvez a máquina mais emblemática do capitalismo industrial não seja nenhuma delas, mas esta outra: o relógio." SIBILIA, PAULA, O Homem Pós-Orgânico.

Pois é, graças aos monges beneditinos que faziam tudo sempre no mesmo horário da mesma forma, com uma disciplina sem igual que surgiu o relógio rudimentar e depois os ponteirinhos de segundo, para criar expressões como "perda de tempo".

Ajudaram a dar a empresa humana a batida e o ritmo regulares e coletivos da máquina. Fazendo com que o homem sofra uma grande agreção nessa adaptação.

Nenhum comentário: