
"Porém, talvez a máquina mais emblemática do capitalismo industrial não seja nenhuma delas, mas esta outra: o relógio." SIBILIA, PAULA, O Homem Pós-Orgânico.
Pois é, graças aos monges beneditinos que faziam tudo sempre no mesmo horário da mesma forma, com uma disciplina sem igual que surgiu o relógio rudimentar e depois os ponteirinhos de segundo, para criar expressões como "perda de tempo".
Ajudaram a dar a empresa humana a batida e o ritmo regulares e coletivos da máquina. Fazendo com que o homem sofra uma grande agreção nessa adaptação.

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